Ao romper o silêncio em que sempre foi colocado, o ‘feminino’
iguala-se também com o revolucionário, o subversivo, porque
se propõe a sair da posição secundária em que se achava. Esse
processo de subversão dá-se, pois, através de recursos
narrativos como ironia, o humor, o texto em palimpsesto.
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